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As novidades da AI – Thais Campas

foi muito legal no evento WVA ver o nome da Thaís Campas. uma alegria! já havia assistido a uma palestra dela a alguns anos tempos atrás, aliás, foi através dela que conheci e me apaixonei pelo tema da arquitetura da informação, navegabilidade, usabilidade e acessibilidade.

bem, vamos às anotações…

o exemplo utilizado na palestra foi o canal vivo: novo layout, nova arquitetura (taxonomia de navegação), novo design de informação e novas regras de publicação (como colocar uma promoção ou um banner).

aqui a “novidade” é por conta da taxonomia de navegação, o bom e velho problema de usar termos que são relativos à empresa e não ao cliente. isso acontece com o vocabulário e a arquitetura da informação também. o erro é ficar valendo a ordem da empresa e não a necessidade do cliente.

testes de usabilidade – fundamentais mais do que nunca:

• card sorting – não é capaz de detectar problemas simples

• análise de contexto de uso [não sei ao certo o nome deste teste, mas é onde um acompanhante vai solicitando as informações do usuário e questionando o tempo todo: o bate papo é intenso… sem indução, apenas conversando e observando]
– experiência do usuário ligada à experiência de uso do site
– organização da empresa não passa para o usuário [no sentido de que a empresa não consegue deixar claro para o usuário seus objetivos]
– neste teste é super importante:
– questionar o usuário o tempo todo
– observar o usuário o tempo todo

um dos erros mais comuns em sites: usar termos e taxionomias que o usuário não entende.

sobre enquetes: usuários manipulam enquetes na internet.

usuários criam personas para navegar na web… não necessariamente equivalentes ao real.

o usuário diz o que pensa na web – muitas vezes ele “acaba” com uma marca.

SIM – a web pode acabar com uma marca [que o diga a uniban…].

política de conteúdo: estabelecer uma estratégia de negócio.

caem os paradigmas da comunicação formal como temos aplicado durante décadas e décadas…
um para um -> um para muitos ->  muitos para muitos.
acabou: falta de diálogo, mensagem e conceito fechados / direcionados.

a mensagem [qqr projeto online] agora tem respaldo em pesquisas de audiência e testes de usabilidade.

a comunicação é interativa, sem controle, de mão dupla. [quais empresas estão dispostas a pagar este preço?]

muitas empresas não são tranparentes nem no seu modelo real de negócio, como o ser na Web?

projeto web > chegar no modelo mental do usuário.

user experience:
– respostas do usuário
– focus group (pode não dar respostas muito significativas)
– usabilidade de inspetoria
– experiência integrada do usuário:
– contexto de uso
– cenário de uso
affordance

qual é a utilidade que a interface tem NA HORA do uso.

affordance: real ou percebida.

equipe do projeto web – participar da construção do produto [comprometimento].

a inovação já faz parte do repertório de uso do usuário -> ex.: interação entre usuários e comunidades.

*

palestra de outro evento, mas muito legal, peincipalmente com relação ao termo affordance:

bjs,
ana laura