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Mapas hiperbólicos

é inacreditável a quantidade de informações com as quais lidamos nos dias de hoje.

na verdade, sempre houve uma quantidade muito grande de informação, a graça dos dias atuais é a capacidade que temos de disponibilizá-las… Compartilhar é a palavra de ordem.

o achado veio pelas mãos da grande amiga fátima franco, obrigada querida!

primeiro o que são os mapas hiperbólicos… nada como a definição da wikipedia:

– tipos de mapas conceituais.

– interface moderna e atrativa denominada fish eye ou “olho de peixe”: o nó principal no centro e os nós-filhos ao redor do nó principal.

– distribuição radial dos conceitos.

– os nós que formam o mapa hiperbólico ficam em evidência (mais no centro da interface) quando estamos navegando por dentro daquele tópico.

– facilidade de representar na interface um domínio de conhecimento de forma mais detalhada sem perder a visão da parte e do todo.

agora fica mais fácil entender a imagem que segue:

Atlas hiperbólico da internet. O mapa hiperbólico da internet é semelhante a uma rede sintética einsteiniana, vista no segundo mapa, abaixo.[Imagem: Boguna et al./Nature]

fantástico, não é?

quanto maior a quantidade de nós, maior também é o tamanho da letra do nome do país.

esse é um trabalho muito bacana, de representação da internet, através de um formato diferente do padrão, afinal, a internet foge a qualquer padrão vigente em matéria de comunicação e interligações…

“Estes mapas foram obtidos a partir de um modelo da rede em um espaço hiperbólico, de modo que, se dois nós estão próximos um do outro neste espaço, é muito mais provável que eles estejam interligados na rede real,” explica Boguñá

Por outro lado, “ao comparar as informações dos países onde estão localizados esses sistemas autônomos com as suas coordenadas no mapa, você pode ver que existem comunidades virtuais estreitamente relacionados, que refletem sua situação geopolítica no mundo,” acrescenta o pesquisador.

Especialistas estimam que o protocolo atual de transferência de informações da Internet pode não suportar outra década na atual taxa de crescimento: 2.400 sistemas autônomos acrescidos à rede a cada ano.

[saiba mais – inovação tecnológica]

se você gostou mesmo do trabalho, basta ler um pouco mais sobre esses mapas na página de Marian Boguñá. lá ele conta sobre a teoria desses mapas, que fazem parte de seu trabalho acadêmico. está em inglês, mas vale a pena! A imagem abaixo é de um desses trabalhos, justamente para explicar o conceito de mapa hiperbólico… é muito linda!

divirtam-se!

bjs,
ana laura